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terça-feira, outubro 18, 2011

Sejam felizes


A primeira coisa que me vem à mente para dizer a qualquer pessoa é SEJA FELIZ, ressoa em minha mente, o desejo febril e juvenil de ser feliz não como conseqüência de uma vida errante, mas como objetivo de uma vida toda. É como se nada realmente importasse e nada importa, a não ser que faça parte do caminho para felicidade.
                Realmente penso que Deus, em todos os seus mandamentos, gritava, SEJAM FELIZES, afinal que mais deseja um pai para seus filhos, então porque perder tempo com tanta coisa que nos guia para tristeza? Porque nos deixar abater pelo medo, esse sentimento vil que nos paralisa diante do amor, que invariavelmente nos faz feliz, mesmo quando nos faz sofrer?
                Porque o sofrimento causado pelo amor, é sempre devido ao medo, sim, o medo é o mal do amor, ser feliz é algo difícil, nos toma todo o tempo, mas tenho certeza, vale à pena; porque não usar a felicidade como desculpa para todas as suas tentativas? Para suas loucuras? Suas esquisitices?
Não quero com isso dizer que podemos magoar ou fazer outras pessoas infelizes, não é isso, ser feliz, não pode e não deve ser a causa de tristeza para outras pessoas, se for esse o caso, quem faz sofrer ou quem sofre, não está andando em direção a felicidade. Eu digo que não há razão para ter medo de ser julgado, se você estiver buscando sua felicidade.
Percebo hoje, que grandes gênios viveram suas vidas a revelia do medo de serem condenados ou até mortos, por amarem, por viverem, por buscarem sua felicidade, seja essa sua felicidade a matemática, como Arquimedes, ou a criação, a inovação e a família, Como Steve.
Digo, o medo é o vilão do caminho da felicidade e a felicidade é o caminho inevitável de quem aspira ao sucesso na vida, porque o sucesso é com toda certeza a conseqüência da felicidade, que homem de sucesso não é feliz? Agora você pode estar pensando em algum empresário milionário, solitário, que chora toda noite em sua cama de tristeza e solidão, mas não é desse sucesso que falo.
Não falo desse sucesso empresarial que faz os bolsos estufarem de dinheiro, não, não é esse, falo do sucesso que é dormir e acordar com a mulher amada, que é olhar para seus filhos e saber que ensinou a eles que desistir não pode ser uma opção, é saber que fez tudo que podia e mais até, para ser feliz, isso é sucesso.
Porque, meus amigos, não há nada mais importante na vida, nada que seja mais prioritário, nada que seja mais relevante que ser feliz, eu digo, sejam felizes todos os dias, sejam felizes pela manhã ao acordar e a noite ao dormir, sejam felizes, sejam felizes antes do almoço e depois da sesta, sejam felizes no jantar e na ceia, sejam felizes.
Como meu primeiro e ultimo apelo, sejam felizes, busquem o amor, a paz, o desejo, não parem, não temam, não relutem, não peguem o caminho contrario, corram, corram repito, corram, continuem correndo até a felicidade se tornar inevitável, não sucumbam ao medo que vil paralisa, não temam seus demônios, não se permitam ser infelizes, não se permitam não ser, nada mais, que felizes.
Busquem com todo seu ser, com toda sua essência, busquem de todo coração, se não por você, mas pelo Pai, pelos seus pais, por seus filhos, sejam felizes, amem, se deixem amar, não nade contra a maré, não insistam no erro, só sejam felizes, vou repetir mais uma vez, pelo tamanho da importância disso, espero que não esteja enfadonho esse meu desabafo, busquem em sua essência, em seu ser, de todo coração, com todo seu corpo, seja feliz!
E se no final da vida você possa dizer, “a vida até parece uma festa” ou quem sabe, “a vida é bela” e seus filhos possam ouvir essas suas ultimas palavras e sentirem de todo coração que você fez tudo para ser feliz, eles possam também viver nessa busca interminável e maravilhosa que é viver a buscar a felicidade e aí você vai saber que valeu a pena.
Sejam felizes, não desistam, amem e se deixem amar.

Thyago C Correia
Madrugada de 17 de outubro de 2011

sexta-feira, abril 15, 2011

Ensaio sobre amizade - começo

Aos meus amigos Carlos Turgésyo, João Demtrius e Luiz Carlos, por seus respectivos aniversários.

Aniversário de um amigo é como um natal fora de época, você se sente feliz, só pro saber que é. Porque o amigo é uma estação da vida, uma estação que não passa, a amizade lhe impõe uma felicidade única, que é inenarrável.

O amigo é um ser completamente fiel, sim fiel, mas sem um pingo de fidelidade, isso de fidelidade é coisa de namoradinha ciumenta, o amigo é fiel e ponto.

Amigo, amigo de verdade, não sente o menor remorso quando lhe aflinge uma dor e meia noite do domingo ele liga “ei cacete, to fudido, bora tomar uma agora”, e que amigo diz não a um pedido desesperado de um amigo por companhia na madrugada de um domingo, nenhum, amigo é fiel e mesmo sabendo que a segunda será longa, ele simplesmente responde “onde a gente se encontra!”

Perceba que não existe também pudor com as palavras, afinal amigo é amigo e não tem frescurinha de medir palavras, isso é coisa pra quem não se conhece, amigo faz declaração de amor e junta a um ‘palavrão’. “Te amo, caralho”. E quando tem de brigar, briga com toda a emoção possível, manda ir pra tudo que é lugar, no final tem abraço e um pedido, “garçom, traz um cerva gelada”.

Amigo é carnaval, não aquele de Salvador, cheio de músicas estranhas, é mais um carnaval de Olinda, alegre e para todos os gostos, porque amigo é multicultural, e todos felizes não pelo que há de comum, mas pelo que há de diverso, “sou gay”, “não faço sexo”. E tem aquele amigo que em um momento nem percebe que te chamou de alguma coisa. “estou muito alcoólatra”, puts, é você que bebe com ele todos os dias.

Amigo não está só nos momentos tristes, afinal isso já é mais que certo, casamento, é triste o cara só não sabe ainda, morte, acidente, mas sempre está nos momentos felizes, aniversário, nascimento de filho, passou no vestibular, se formou, porque o amigo é o feriado na quinta com um “empressado” na sexta, amigo é aquele “feriadão”.

Como diria o grande Nelson Rodrigues, o amigo é um momento de eternidade. Meus amigos, obrigado por tudo, eu AMO vocês, porras!

sexta-feira, janeiro 14, 2011

Adorável Canalha - Fabrício Carpinejar

Nunca me vi tão escrito, por alguém que não sou eu.



É um defeito, mas nada mais delicioso do que ouvir de uma mulher: "CANALHA!"


Ser chamado de "canalha" por uma voz feminina é o domingo da língua portuguesa. O som reboa redondo. Os lábios da palavra são carnudos. Vontade de morder com os ouvidos. Aproximar-se da porta e apanhar a respiração do quarto pela fechadura.

Canalha, definitivo como um estampido, como um tapa. Não ser chamado de canalha pela maldade, mas por mérito da malícia, como virtude da insinuação, pelo atrevimento sugestivo. Não o canalha canalha, mas o ca-na-lha, sem repetição. Único. Irrepetível. Não o canalha que deixa a mulher, o canalha que permanece junto. O canalha adorável que ultrapassou o sinal vermelho para levá-la. O canalha que é rude, nunca por falta de educação, para acentuar a violência do amor. Canalha por opção, não devido a uma infelicidade e limitação intelectual. Canalha em nome da inteligência do corpo.

O canalha. Como um elogio. Um elogio para dizer que é impossível domesticar esse homem, é impossível conter, é impossível fugir dele. Canalha como pós-graduação do "sem-vergonha".

Bem diferente de crápula, que não é sensual e define o mau-caratismo indelével, ou do cafajeste, alguém que não presta nem para ser canalha, de índole egoísta e aproveitadora.

Eu me arrepio ao escutar canalha. Um canalha que significa o contrário do dicionário. Nem perca tempo consultando o Aurélio e o Houaiss, que não incluem o sentimento da pronúncia. Estou falando do canalha que suscita aproximação, abraço, desejo. Um canalha que é um pedido de casamento entre as vogais.

É pelas expressões que se define a segurança masculina. Sempre duvidei de homem que diz que vai fazer xixi. Xixi é coisa de criança. Eu não represo a gargalhada quando um amigo adulto e de vida feita comenta que vai fazer xixi. Imagino o cara sentado. Infantil, como Ivo viu a uva. Já urinar é muito laboratorial. Prefiro mijar, direto, rápido e verdadeiro. As árvores mijam. Os relâmpagos mijam. Os cachorros mijam para demarcar seu território. Aliás, o correto é não anunciar, ir ao banheiro apenas, para evitar constrangimentos vocabulares.

Canalha funciona como uma agressão íntima. Uma agressão afetuosa. Uma provocação. Não se está concluindo, é uma pergunta. Canalha é uma interrogação gostosa.

Não ficarei triste se esquecer meu nome, chame-me de canalha.

sexta-feira, novembro 28, 2008

Ensaiando para ser eu

ENSAIO SOBRE O AMOR

“Acho que todo amor é eterno e, se acaba, não era amor. Para mim, o amor continua além da vida e além da morte.” Nelson Rodrigues

“O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.” Antoine de Saint-Exupéry

É preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã” Renato Russo

Creio esse ser um dos mais polêmicos temas dos quais pretendo ensaiar. Temo por ser infeliz em algum momento e não conseguir transmitir o que realmente desejo, mas não tenho a pretensão de criar aqui dogmas universais sobre algum tema, mas sim mostrar minha verdade sobre algum tema, por isso não coloquei apenas uma frase, mas três.

Eu sou um defensor ferrenho da visão do meu amigo Nelsinho[1], sempre fui, e sempre serei, acredito que se acaba não era amor, por isso sempre relutei em dizer “te amo” para alguma mulher, não sei se é ou não amor, quando acaba eu sei, não era.

A alguns que dizem “existe vários tipos de amor” e começam narrando, os tipos em que acreditam, na minha visão a coisa mais monstruosa que alguém pode fazer é rotular o amor, amor é amor e pronto, simples assim[2], alguns relutam quando falo isso, creio que amor só existe um, porém com formas distintas[3].

Vou falar sobre essa de “formas distintas”. O tal tipo de amor que falam as pessoas, eu chamo de forma distinta, veja que amo minha mãe de uma forma, meu pai de outra, meu irmão de outra, mas ainda sim é amor.[4]

Ou o amor é para a eternidade ou nunca existiu; como Nelsinho eu sei disso, é minha verdade, e nunca acaba, por mais que eu dê, por mais que eu possua, ele não passa, ele não acaba, ele não se esgota, aí entra meu amigo Exupéry[5], que atinge no âmago do assunto.

Creio que não existe algum leitor meu, ou não leitor, que não tenha ouvido a célebre frase do Renato Russo, então meu amigo, isso é bíblico[6], isso ouso a dizer é uma verdade universal, ame como se não houvesse amanhã, por motivos simples e óbvios, pode não existir um amanhã.

Chegando até aqui podem perguntar, “Thyago você nunca amou uma mulher”[7], minha resposta é bem simples, não sei se amei, ou se amo uma mulher, afirmo que me apaixonei diversas vezes, me senti atraído outras vezes, mas posso assegurar que se passou não era amor.

Não acredito que um amor possa substituir outro, isso porque amor não passa, já ouvi, “eu já te amei”, e no meu intimo eu digo “dane-se”, se passou não era amor, é algo além da vida e da morte, não se substitui, não quero dizer que se por ventura eu ame uma mulher nunca mais beije outra, não, acredito em paixões[8] e amor e paixão são coisas completamente diferentes.

O amor deve ser livre de preconceitos ou de conceitos, amor é amor e pronto, ele não tem forma certa ou lugar certo, ele apenas existe, ele não acaba, ele não morre, ele não deixa, o amor é algo que é sempre mais, se acaba não é amor.


[1] Como já falei em outro ensaio, gosto de sentir-me intimo de meus ídolos, por isso os chamo carinhosamente pelo diminutivo de seu nome.

[2] Como se amor fosse algo simples.

[3] Agora vocês meus leitores devem estar pensando. “Agora Thyago enlouqueceu de vez”.

[4] Meus pais e meus irmãos digo com certeza, é amor.

[5] Para meus leitores mais desatentos, Exupéry é o autor de “O Pequeno Príncipe”.

[6] Quem me conhece sabe que não sou cristão, pretendo tratar disso em um outro ensaio

[7] Não creio que minha mãe esteja inclusa na pergunta.

[8] Pretendo ensaiar sobre a paixão.

quinta-feira, novembro 13, 2008

Ensaiando para ser eu

ENSAIO SOBRE A MORTE DE UM AMIGO

“A morte de um velho amigo é uma catástrofe na memória. Todas nossas relações com o passado ficam alteradas.”


Nelson Rodrigues


Para falar sobre esse assunto tão singular, a morte de um amigo, primeiro vou definir, em outro momento ensaiarei com mais afinco, amizade. Pelo próprio Nelsinho, “O amigo é um momento de eternidade.”. Apenas essa frase seria suficiente para explicar o que é um amigo, mas vou ser um pouco mais enfático; amigo é aquele cara que você acompanharia ao inferno se fosse necessário, é aquela pessoa que você lembra nos seus momentos mais felizes e eles te ajudam, mesmo que você não peça, nos seus momentos mais tristes.

Dito isso, vamos ao assunto, creio que todos já perderam um amigo, esse amigo pode ser seu parente ou não, isso não influi na amizade, eu perdi, e que amigo, mas se não perderam, é algo que mais cedo ou mais tarde vai acontecer, a morte, em outro momento ensaiarei sobre ela, chega para todos, quer gostemos ou não. Quando isso acontece parece que todas as nossas referências com o nosso passado ficam quase que destruídas, Nelsinho botou em palavras esse sentimento.

Permitam-me falar sobre meu amigo, o cara mais honrado que conheci em vida, firme em seus ideais, um exemplo, lembro dele com um saudosismo enorme, não lembro dele triste, acho que eu nunca o vi triste, já o vi exaltado, já o vi perder a paciência, algumas vezes o contive, outras deixei para ver até onde iria, realmente não me vem a memória de vê-lo triste, enfim se preciso fosse iria acompanhá-lo aos confins do mundo.

Acontece que em uma bela manhã de domingo, lembro daquele dia como se fosse hoje, recebi uma ligação, de outro amigo, meu amigo tinha morrido, ouvir aquilo me atordoou de uma forma que eu não sei descrever, meu futuro estava comprometido com a falta de um amigo e meu passado caia por terra, uma das minhas referências dele tinha deixado a vida.

O passado se altera, de certa forma cruelmente, mas não que seja ruim, é que seu passado deixa de ser um momento feliz de vários que podem se suceder e passa a ser um momento único que não pode acontecer novamente. Passa a ser um momento que ficou apenas no seu passado.

O futuro não é mais de forma alguma como você acreditou que seria e seu passado já não é mais tão confortável como antes. Sua referência, seu elo com o passado e com o futuro, digo eu, fica completamente disfacelado, todas nossas relações com o passado ficam alteradas.

O começo ainda é mais cruel, os momentos de felicidades do passado, se tornam torturas da lembrança, não há felicidade nos risos que outrora foi tão bem vindo, com o tempo e com maturação da transformação do passado, você começa a ver como foi bom aquele riso e rir novamente, mas nunca como antes, agora o passado é uma era remota que não volta mais, é a Era dos AMIGOSSAUROS.

terça-feira, novembro 11, 2008

Ensaiando para ser eu

Dando um tempo nos contos e poemas, ainda vou terminar o conto que comecei aqui, vai um ensaio pra ser eu.

ENSAIO SOBRE A MEDIOCRIDADE

"A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular, é indispensável ser medíocre”.
Oscar Wilde


Quem já não desejou ser popular? Na escola, na academia, na rua em que mora, a ideia de ser popular é algo que move as pessoas, mas a que preço? Qual o preço da popularidade? Por que motivo você deseja ser popular? Como deseja ser lembrado? Oscar Wilde parece atingir a máxima verdade sobre o assunto, não sei o caso de vocês, meus ávidos leitores¹ , mas eu me vejo desarmado diante da afirmação do Oscarzinho² , quantas vezes fui medíocre pensando em ser popular, perdi as contas.
Não que todo cara popular seja medíocre, não creio nisso, mas porque razão, mas como se chegou aí, que caminho traçou, o caminho mais fácil é o da mediocridade, eu fui medíocre inúmeras vezes, não falo isso com orgulho, mas com autoridade de quem já foi medíocre e não é mais, pelo menos creio não ser mais.
Eu sou um pouco índio, todos deviam ser, eu sei receber um elogio e sei quando sou bom em alguma coisa, saber receber um elogio é algo que parece ser fácil, todo mundo sabe, pode pensar você meu leitor mais descuidado, mas é algo difícil e raro, sabe quando alguém te fala, “Que camisa linda” e você responde “Que isso, ela é velha”, você prova que não sabe receber um elogio, você não tem em si um índio.
O índio quando recebe um elogio agradece e se felicita, “Que camisa linda”, o índio³ responde, “Também acho, o que você gostou nela”, muitos podem achar que o índio é um boçal convencido, quando na verdade ele é um feliz admirador de seus admiradores, o índio, além de receber bem os elogios, também sabe quando é bom em algo e nunca perde a oportunidade de falar, “Ei, estou aqui e sou muito bom nisso”, novamente pensaram mal do índio.
A cada bela impressão, um inimigo, fala Oscarzinho, o mundo falido, sem vontade, sem amor, sem desejo, o mundo que se afunda e não sabe o valor de ser grande, abomina a ideia de alguém ser grande, alguns dizem, seja grande, mas, por favor, nunca diga que é, talvez assim possamos suportar seu sucesso, fique sempre calado e talvez, só talvez te deixemos em paz. A cada bela impressão, um inimigo.
Os medíocres se juntam com os medíocres, assim como os vencedores se juntam com os vencedores, é algo inexplicável, mas realmente é assim que funciona, para ser popular é preciso ser medíocre, existem poucos grandes, existem poucos que valem à pena, os medíocres estão em todos os cantos, como uma praga, devorando tudo.
Estão na rua de casa, “Aquele cara se acha, só porque tem uma casa assim assado, acha que é mais que os outros”, estão na sala de aula, “Olha lá fulano o preferidinho da professora, se achando só porque sabe fazer isso”, estão no trabalho, “O babão foi promovido”, eles não perdoam, querem dominar o mundo, não percebem que sua mediocridade não os ajuda, sua inveja é destrutiva.
Os medíocres não querem ser grandes com você, querem que você seja pequeno como eles, querem que você se diminua, querem que você deixe de crescer, esqueça o sucesso, se preocupe com algo melhor, afinal ser popular é muito mais importante do que ser grande.


¹N.A. Que leitores perderiam tempo em ler os devaneios dessa minha mente atormentada.
²N.A. Gosto de tratar pelo diminutivo, meus ídolos, uma forma de me aproximar deles.
³N.A. Leiam, Thyago Correia, seu escritor preferido...