Teu corpo se desenha na minha mente
Cada curva perigosa desse amor
Cada noite estrelada, suspiro, terror.
Cada som da respiração ofegante
O mistério que carregas; tremor
Mãos soando, luxuria escaldante
Há paixão nos olhos simplesmente
Minhas pernas não obedecem, temor
Mas lembremos quem somos
Lembremos do nosso passado
Das canções que cantamos
E esse meu amor amordaçado
De canções que não gritamos
Nossos corpos nus entrelaçados.
Thyago C Correia
Junho de 2017
sexta-feira, junho 16, 2017
Soneto ao mistério de meu coração
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Thyago C. Correia
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Meu coração
Meu coração indomável
quer viver selvagem
fugir dessas bobagens
com medo de ser domesticado
Meu coração indomável
quer correr perigo
perdido no Moraes
Caído numa esquina qualquer
Esse meu indomável coração
Esse meu desejo tardio
Esse teu beijo desconhecido
Esse meu medo do avião.
Thyago C Correia
Junho de 2017
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14:31
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sexta-feira, novembro 11, 2016
Menina dos olhos de jabuticaba.
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segunda-feira, julho 11, 2016
Versos para Julho
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terça-feira, março 08, 2016
Primavera de meu amor
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quarta-feira, março 02, 2016
Soneto ao terceiro
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quinta-feira, maio 29, 2014
A meu pai morto
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sábado, junho 08, 2013
Soneto para ti.
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quarta-feira, junho 05, 2013
Felino doméstico indomesticável
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Quem tem medo de brincar de ser feliz
Quem tem medo de brincar de ser feliz?
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segunda-feira, janeiro 30, 2012
O clichê do amor
Num piscar de olhos o tempo passou
Foi numa brisa, num suspiro, num conto
Se foi a pessoa amada, era o ponto
Então houve lágrimas, não em demasia, mas rolou
De repente a vida era só pranto
E todo amor que sentia, morreu, passou
Não havia motivo, meu mundo acabou
A vida era dor e só e muito e tanto
Hoje já não choro, não por você
Posso não sorrir, posso até cair
Mas não, já não estou, desse sentimento a mercê
Acredite que depois de ti ver partir
Resolvi de alguma forma tentar sorrir
Já que tudo isso não passa de clichê.
Thyago C Correia
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Versos para Marina
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quarta-feira, outubro 26, 2011
Um rock para Raul
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sexta-feira, maio 27, 2011
Vinte sete
Que dia? Podem perguntar que dia?
se médico, pajé, padre ou abadessa
Se já teve cólica, ou quem sabe dor de cabeça
Se já cantou, pulou ou gritou de euforia
E ainda sim nem uma pergunta responderia
E ainda sim nem uma palavra que forneça
Nem essa tentativa de poema expressa
O sentimento que como uma epidemia
Narre o que é esse teu dia, vinte sete
Não qualquer vinte sete que venera
Apenas um em meio a tantos compete
A alegria de completar contigo a primavera
E fazer feliz com o mais belo ramalhete
Dessa rosa que a todo ano mais prospera
Thyago C Correia
maio de 11
À Thiara pelo seu dia 27.
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quinta-feira, dezembro 23, 2010
À noite
A noite toda amargura grita
E da garganta em chamas pula
Em um enigmático ensaio ulula
Sim, à noite tudo me irrita
Não é pelo acaso da vida, Rita
Que a noite é negra e a mácula
Da última gota dessa minha ira
Paralisa o meu coração que pula
Rita aonde foi parar nosso amor?
Para onde vais e de onde venho?
À noite a amargura vira pavor
Causa-me dor todo esse empenho
Ira, pavor, amargor, noite de terror
À noite tudo sussurra o que tenho
Novembro de 10
Thyago C Correia
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21:27
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domingo, dezembro 12, 2010
Versos de casamento
Hoje, é desses dias felizes, é dia de sorrisos.
A vida corre inevitavelmente para o futuro
E o futuro é sempre repleto de oportunidade
E ninguém encontra sozinho a felicidade
Estamos todos em busca de um parceiro
Achar esse parceiro é entrar no futuro
Aí é se atirar nele com toda intensidade
Então selamos o amor numa festividade
Casar é isso, selar um amor grande e puro
Casar é dividir, das flores o perfume e o orvalho
É juntos, a noite dormir e de manhã acordar
Se amarem não importando o que diga o espelho
Hoje você realiza o grande sonho de casar.
E em algum lugar o mais forte carvalho
Certamente abençoa esse seu amar
Thyago C Correia
Dezembro de 10
Para Guria, minha irmã mais nova, com amor e carinho todas as palavras que pude juntar.
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quarta-feira, dezembro 01, 2010
Um par
Amanhece, teu sorriso, o sol brilha.
Minha mão, tua mão, comunhão.
Teus beijos, teu olhar, paixão.
Amar de perto ou longe milhas
Entardece, o sol esfria, meu coração.
Eu e você, amor, de mãos dadas
Passo a passo, infinda caminhada.
Penso, imenso, união, minha razão.
Anoitece, a lua no alto, imenso amar
E cada sonho que se vive, liberdade
No altar, sorrir, para então te beijar
Correr, andar, caminhar, lealdade.
Como você não existe outro par
Noite, tarde, manhã, felicidade.
Novembro de 10
Thyago C Correia
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15:53
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domingo, novembro 28, 2010
Versos para Vito
Para onde fores, meu filho, lá estarei
Em cada tropeço, em cada alegria
Seremos um exemplo de sinergia
O que e quando precisares, eu serei.
O amigo no fim de tarde, meu rei
E no fim da tempestade a calmaria
Serei o abrigo e precisando de companhia
Lá estarei, essa será a nossa lei.
E quando precisares apenas de um abraço
Teu pai lá estará sempre de braços abertos
Porque é teu, do meu amor o maior pedaço
Lembre sempre que nos dias incertos
Nosso amor será um forte laço
Que nós une, assim eu te alerto
Novembro de 10
Thyago C Correia
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17:00
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domingo, setembro 12, 2010
Ode ao meu desespero
Olhar perdido no horizonte; distante
Pensando talvez em como seria a lida
Mas é tarde, e o tempo, esse, não finda
E o passado perdido em um instante
Volta para aterrorizar os mendicantes
Volta enfim para amaldiçoar a vida
E já é tarde, sonhar não é mais a saída
Meu tempo passou e eu relutante
Não vi passar; o futuro é amargo
Meu desejo de ser, só, apenas eu
Essa fantasia de sorrisos largos
Me perco novamente no breu
Que da minha mente deixei a cargo
Nesse meu desejo eterno de ser meu
João Pessoa setembro de 10
Thyago C correia
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quinta-feira, janeiro 07, 2010
Soneto
Se te magôo não é por não te amar
E se te faço chorar não é por maldade
Quando beijei outra boca tinha outra idade
E meu canto não tinha a ti para cantar
Se te firo não é por castigo
E se não te chamo não é desamor
Tua falta é meu maior pavor
Meu caminho é apenas contigo
Com amor e com muito afeto
Meus versos todos ti dedico
E por isso te fiz esse soneto
Esse meu amor por ti ratifico
Com essas rimas que inquieto
Apenas para ti fabrico.
Thyago C Correia
Janeiro de 2010
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Thyago C. Correia
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