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sexta-feira, junho 23, 2006

Pierrot e Pierret

Molejo de amor machucado, olhos de saudade...
Pierret... Pierrot... Um são dois e dois são um.
E ambos não sou nenhum.

Adeus Pierrot
A colombina no ato da partida

Partiu com um adeus singelo
Meu amor foi quem acabou
Disse quando me largou
Soltou um aceno magrelo

Partiu sem um sorriso de adeus
Partiu e por fim agradeceu
Por me deixar assim, A deus.
Agradeceu a deus e disse adeus.

E o Pierrot muito branco
E também muito triste
Caiu em delirantes prantos
Que até hoje assim resiste.

Thyago C Correia
06 de setembro de 05


A uma Pierret

Tudo começou com um sorriso
E um Pierrot já se havia perdido
Entre um cantar e um guiso
A beleza que eu tinha pedido

Num sorriso toda minha ventura
Num cantar a gratidão do meu olhar
Teus olhos foram o fim do penar
Partiu da minha vida a desventura

E nos meus doces desejos
Vejo toda essa grande ilusão
Como me alegra essa canção
Que são os teus tenros beijos

Thyago C Correia
06 de fevereiro de 06


Apeteço de carnaval

Carnaval do tempo de outrora
Marchas, frevos, poetas.
Viam nessa festa secreta
Ela, iluminada como a aurora.

Pierret, linda e encantadora
Inspiradora de mil operetas
Dedico a ti todas as facetas
Dessa minha vida aferidora

Pierret, olhos de redentora
Minha linda predileta
Tu que inspira minha caneta
E é minha bela senhora.

A uma Pierret de um Pierrot
Thyago C Correia

segunda-feira, maio 22, 2006

Apeteço de carnaval

Entre confetes e serpentinas.

Apeteço de carnaval

Carnaval do tempo de outrora
Marchas, frevos, poetas.
Viam nessa festa secreta
Ela, iluminada como a aurora.

Pierret, linda e encantadora
Inspiradora de mil operetas
Dedico a ti todas as facetas
Dessa minha vida aferidora

Pierret, olhos de redentora
Minha linda predileta
Tu que inspira minha caneta
E é minha bela senhora.

A uma Pierret de um Pierrot
Thyago C Correia

terça-feira, fevereiro 07, 2006

A uma Pierret

Um ruptura da Autobiografia de Magnus Corrêa e Casto.

Há pessoas que cativam com um sorriso, algumas cativam com um belo cantar... Porém a umas poucas que apenas o olhar misterioso já basta.

A uma Pierret

Tudo começou com um sorriso
E um Pierrot já se havia perdido
Entre um cantar e um guiso
A beleza que eu tinha pedido

Num sorriso toda minha ventura
Num cantar a gratidão do meu olhar
Teus olhos foram o fim do penar
Partiu da minha vida a desventura

E nos meus doces desejos
Vejo toda essa grande ilusão
Como me alegra essa canção
Que são os teus tenros beijos

Thyago C Correia
06 de fevereiro de 06

terça-feira, setembro 06, 2005

Adeus Pierrot

Adeus Pierrot
A colombina no ato da partida

Partiu com um adeus singelo
Meu amor foi quem acabou
Disse quando me largou
Soltou um aceno magrelo

Partiu sem um sorriso de adeus
Partiu e por fim agradeceu
Por me deixar assim, A deus.
Agradeceu a deus e disse adeus.

E o Pierrot muito branco
E também muito triste
Caiu em delirantes prantos
Que até hoje assim resiste.

Thyago C Correia
06 de setembro de 05

segunda-feira, agosto 15, 2005

Meu beijo de Arlequim

Tu Arlequim conta teu conto...

Lembro da roupa de Colombina
Ainda lembro do beijo
Beijos doces
Beijos de ressaca de mar
Lábios de doçura tamanha que beija-flores a rodeiam-na
Minha Colombina também não possui cabelos dourados
Também tem cabelos de ébano
Como o ouro negro que jorra no oriente
Tem seios que rítmicos balançam ao seu caminhar
Pernas tão lindas como o dia
Um sorriso cativante como a noite
Os pés são pequeninos sim
Mas diria que são do tamanho perfeito ao corpo
Perfume de tempestade
Que quando inalado encanta
E encantando tomou meu ser

Arlequim isso é amor...

Chamas do que quiser Pierrot
Amor, paixão...
Eu chamo de desejo ardente
Que silencia tudo
Seus beijos são o encanto que me encantou
É desejo puro, desejo louco
Ensandecido de vontade de beijar e possuir
Não ter seus beijos é como não respirar

Arlequim falas como se o amor fosse só a carne

Não Pierrot, falo apenas como quem já beijou Colombina

domingo, agosto 14, 2005

Meu sonho de Pierrot

Tu o que falas Pierrot?

Fui envolto no olhar de uma colombina
basta-me até saber do amor que tenho
colombina um olhar triste
um olhar cativante
dois lindos oceanos de compaixão
a minha colombina não tem cabelos loiros como o trigo
ou reluzentes como o ouro
tem a cor do ébano
a mim tem o valor maior que o ouro negro
vale-me mais uma mecha do que um barril
e seus pés não são tão miúdos
são apenas do tamanho exato
realmente menores e muito
que meu amor
e seu perfume tem o cheiro mais doce dos lírios
banhados pelo orvalho matutino
esperando pra serem ceifados pelas mãos jeitosas dos jardineiros
tem beleza tão rara que é única
penso nunca mais encontrar beleza que se assemelhe

Falas de paixão?

a paixão é coisa efêmera
falo do amor
de coisa que chega bem de manso
e te toma a vida
mas o que há de mal nisso
já que sem ela não há vida
melhor a morte depois de tê-la amado
do que a vida sem o sonho de possui-la
melhor a morte lenta dos dias se passando sem ela
que a vida rápida sem o prazer de tê-la visto


Pierrot bobo falas de amor como se o amor fosse um poço sem fim de tristezas...

Não! Falo de amor como quem já foi apanhado por suas flechas, Eros já me foi carrasco, falo de amor como quem tem um e não tem nada...