domingo, dezembro 25, 2005

sem nomeação

Como um prelúdio terrível, a vida segue cheia de dor. As vezes um sorriso, as vezes uma lagrima, mas de certo só o temor...
Quantas vezes naveguei por mares incertos e por vias esburacadas...
Dói como a muito não doía e no peito amargura e tristeza e dor se revezam num triângulo apocalíptico de magoas eternas


Versos não nomeados

A dor companheira da velha guarda
Hoje mais uma vez se faz presente
No peito a minha dor é tão pertinente
Que de mim é mais reservada

Corre a muito, dor, assim latente
Que as pernas estremecem rápido
Que o corpo permanece abalado
E que as lagrimas dessem lentamente

Dor! Sublime abismo que cai
Surgiste d’onde? Que não vi
Leva-me, moça, que a dor
Já me infestou do maior temor.

Thyago C Correia
25/12/05

Um comentário:

Anônimo disse...

Scrap Magico pelo blog!

Feliz Natal!
hou hou hou