quarta-feira, outubro 05, 2005

Adeus ao amigo

O dia calou, apenas o vento corria eufórico, as velas se apagaram e as carmelitas as acenderam com um empenho colossal.
As lágrimas corriam dos rostos com facilidade, a partida, dizia um velho amigo, sempre dói.
Foi assim sem explicação e sem alegrias a partida de um grande amigo.

Adeus ao amigo
Ao amigo que partiu

Um silêncio mortal aconteceu
O vento entrou carregando dor
Portas e janelas bateram pavor
No quarto um último gemeu

Acenderam velas em triste luto
Lágrimas acompanhavam o ensejo
É triste e melancólico esse desejo
De vê-lo mais uma vez robusto

Adeus velho amigo querido
Teus olhos fecharam para vida
Mas agora tens teu tão merecido
Descanso, nessa triste partida.

Thyago C Correia
04.10.2005

2 comentários:

Anônimo disse...

beijos meu querido!
gostei de mais uma das suas criações!

forte abraço
Lilis

Anônimo disse...

unaaaaaaaaaaaaaaaaa :P