O dia calou, apenas o vento corria eufórico, as velas se apagaram e as carmelitas as acenderam com um empenho colossal.
As lágrimas corriam dos rostos com facilidade, a partida, dizia um velho amigo, sempre dói.
Foi assim sem explicação e sem alegrias a partida de um grande amigo.
Adeus ao amigo
Ao amigo que partiu
Um silêncio mortal aconteceu
O vento entrou carregando dor
Portas e janelas bateram pavor
No quarto um último gemeu
Acenderam velas em triste luto
Lágrimas acompanhavam o ensejo
É triste e melancólico esse desejo
De vê-lo mais uma vez robusto
Adeus velho amigo querido
Teus olhos fecharam para vida
Mas agora tens teu tão merecido
Descanso, nessa triste partida.
Thyago C Correia
04.10.2005
quarta-feira, outubro 05, 2005
Adeus ao amigo
Postado por
Thyago C. Correia
às
14:24
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2 comentários:
beijos meu querido!
gostei de mais uma das suas criações!
forte abraço
Lilis
unaaaaaaaaaaaaaaaaa :P
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